quarta-feira, 6 de julho de 2011

Inclusão para todos

Geralmente quando falamos sobre inclusão no âmbito empresarial pensamos na contratação e adaptabilidade das condições de trabalho para os deficientes.

Ações admiráveis e inspiradoras têm sido implementas em nome da responsabilidade social. 

Nas grandes empresas as ações assumem maior proporção do que a simples contratação de um funcionário que apresente alguma necessidade especial.

Na CPFL Energia, localizada em Campinas, SP, há o Programa Diversidade, comandado por Deise Fernandes, deficiente visual. O objetivo do programa é  promover a inclusão social e promover a diversidade na empresa de forma mais plena que a prevista na Lei de Cotas para Deficientes.

A vale do Rio Doce tem nas suas áreas operacionais pessoas portadoras de deficiência.

Já a Petrobras, além da inclusão no ambiente de trabalho, tem o Proind- Projeto de Inclusão de Pessoa Deficiente no Ambiente de Trabaho, onde jovens com Síndrome de Down trabalham cultivando orquídeas no Centro de  Pesquisa da Petrobras (CenPes). 


 
Diante dessas iniciativas fico eu pensando: no âmbito escolar já há o discurso (e, infelizmente, nem sempre a prática) de que os deficientes e os altamente eficientes são portadores de necessidades especiais. 

Para garantir os direitos dos deficientes há o respaldo legal, e considero este mais do que necessário, uma conquista sobre a qual não me oponho, muito pelo contrário! 

Mas, o que fico pensando é sobre o quanto nossas crianças superdotadas ganhariam se houvesse programas de inclusão para elas também.

Digo isto porque tenho observado o comportamento de Pedro ao conversar com os profissionais das áreas que o interessam. As perguntas são interessadas e as respostas também. Acho que nessa equação ambos saem transformados: a criança e o adulto.

Pedro, do alto dos seus cinco anos,  enquanto escavava, no aniversário do Museu Nacional/UFRJ, acompanhado de um paleontólogo conversava coisas do tipo: 

"Quanto tempo se leva para achar um fóssil completo de dinossauro?

Há quanto tempo você trabalha como paleontólogo? 

Isso não é trabalho, é diversão, você não acha? 

Você sempre quis ser paleontólogo? Eu sou desde os três anos!"

E, para um pai desavisado que falou para a filha: "Vai filha, vai ali brincar na caixinha de terra..."

Pedro respondeu:

"Ei, a gente não está brincando, a gente está trabalhando, eu estou treinando porque sou paleontólogo criança e quero ser um paleontólogo adulto que faz tudo bem feito."

No que se refere à superdotação no Rio de Janeiro, o Instituto Lecca tem o projeto Estrela Dalva que dá atividades extracurriculares para as crianças superdotadas de comunidades carentes. No mesmo caminho de inclusão dos economicamente desfavorecidos há o Instituto Rogério Steinberg. Ambos implementam ações de destaque e necessárias.

Mas entendo que ainda é muito pouco, e explico: o que imagino é que a realidade da superdotação precisaria ser incorporada à nossa cultura porque 3% a 5% da população, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) apresentam desempenho acadêmico acima da média. Isso sem contar com as demais inteligências, como a musical, a de liderança, a linguística, entre outras, o que elevaria esse percentual.

Nesse sentido defendo que as políticas de inclusão no setor privado e público estendam-se aos superdotados não só com o objetivo de integração, mas de uma forma mais plena, capaz de alcançar o grupo de superdotados como um todo.

Possibilidades não faltam: open day por parte das empresas, para que as crianças possam vistá-las e matar a curiosidade com quem já trabalha nos ramos de seus interesses; programas especiais; bolsas de iniciação científica; eventos como o da UFRJ, ações especiais dos museus...

O investimento em talentos é bom para as crianças, é bom para as empresas, é bom para a ciência, é bom para o Brasil!

Aproveitando a citação de Bernard Shaw, retirada do Balanço Social da Petrobras, termino o texto, com esse sentimento de mudança de paradigma:

"Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem Por que? Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo Por que não?"

Veja a reportagem completa sobre a inclusão dos portadores de necessidades especiais no Balanço Social da Petros/ 2007

A vacinação contra sarampo continua nos postos

A Magia dos Dinossauros em São Paulo

Durante as férias de julho o parque de diversões Hopi Hari estará repleto de dinossauros.

Um Tiranossauro Rex passeará pelo parque e mais 30 outros dinos estarão por lá.

Será que serão como os super dinos que invadiram a Austrália?

Saiba mais no site do Hopi Hari.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Dica de Blog: Blogs de Ciência

Este blog é sempre um bom ponto de partida: além de informação reúne link para muitos e muitos blogs sobre Ciências.

E o blog Mãe de Criança Cientista está lá!

Endereço: http://divulgarciencia.com/

Festival Intercâmbio de Linguagens

Do dia 05 ao dia 17/07 acontece na cidade do Rio o Festival Intercâmbio de Linguagens com espetáculos da França, Itália, China, Espanha, Argentina e Brasil.

"Música cênica, teatro visual, de bonecos, circo, shows de música, mostra de filmes e conteúdo digital, encontro nacional cultura infância, ateliês e oficinas" fazem parte da programação.

Destaques para as crianças:

João e o Pé de Feijão, do Circo Mínimo (São Paulo), no Teatro do Jockey, quarta (6) e quinta (7), 16h30 (50min, rec. a partir de 3 anos);

Um Amigo Diferente?, da Cia. Os Inclusos e os Sisos (Rio de Janeiro), no Oi Futuro Flamengo, sábado (9) e domingo (10), 11h30 (60min, rec. a partir de 5 anos);

O Travesseiro (Poema Nº 1 para a Criança), da Velha Companhia (São Paulo), no Oi Futuro Ipanema, sábado (9) e domingo (10), 16h (55min, rec. a partir de 5 anos);

A Cortina da Babá, do Grupo Sobrevento (São Paulo), no Teatro do Jockey, sábado (9) e domingo (10), 16h30 (50min., rec. a partir de 2 anos);

As Atribulações de Virgínia, da Hermanos Oligor (Espanha), no Teatro do Jockey, sábado (9) e domingo (10), 16h30 (80min, rec. a partir de 2 anos).

Centro de Referência Cultura Infância — Teatro do Jockey (125 lugares). Rua Bartolomeu Mitre, 1110, Gávea, ☎ 3114-1286. R$ 20,00. Oi Futuro Flamengo (84 lugares). Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo, ☎ 3131-3060, ↕ Largo do Machado. → R$ 10,00 (exceto Um Amigo Diferente?, grátis). Oi Futuro Ipanema (118 lugares). Rua Visconde de Pirajá, 54, Ipanema, ↕ General Osório. → R$ 10,00. Teatro Oi Casa Grande (927 lugares). Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon, ☎ 2511-0800. R$ 20,00 (exceto Bravo Brasil, grátis).
(Fonte: Veja Rio)



Como funciona o cérebro de um superdotado?


Reportagem do NBlogs da Rede Record

Visita Noturna ao Zoo

Eu sabia que o Zoológico do Rio tinha visita noturna, só não sabia que era apenas no inverno.

Até que essa semana saiu na Veja Rio uma reportagem sobre programas noturnos. 



Na visita ao Zoo é possível  ver os animais de vida noturna como lobos, leões, jacarés e lagartos em atividade  e também interagir com os bichos entrando na jaula da anta para alimentá-las e segurando a salamandra, que é um tipo de serpente sem veneno.

Para participar da visita ao Zoo é preciso telefonar para o 2567-9732 ou para o 3878-4254.

Custa R10,00, não há meia entrada e é preciso fazer o dépósito antecipado.

Uma dica: não consegui contato pelo primeiro telefone, mas através do 3878-4254 consegui falar na parte da tarde.

A reportagem traz outras dicas como a visita noturna ao Jardim Botânico, a observação do céu no MAST e Planetário, além do Maracanã.

Fonte:  Veja Rio.