Na entrevista do programa Mais Você é citado este livro, destinado aos professores e produzido pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo:
Criança é curiosa. Criança cientista é mais ainda! Esse blog existe para relatar a experiência de ser mãe de um menino que é cientista desde que fala, bem como questões relativas à superdotação, alta habilidade, talento e (con)vivência escolar.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Livro Um Olhar para as Altas Habilidades
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Superdotação no Mais Você
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Superdotação no Rio de Janeiro
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Fórum de Políticas Públicas para as Altas Habilidades
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Crianças com Altas Habilidades/Superdotação, quem são? O que fazer?
Retirado do blog Sala de Recurso- Altas Habilidades:
"São inteligentes, curiosas, criativas, buscam intensamente o conhecimento onde quer que esteja. Causam muita admiração nas pessoas que estão próximas, todas percebem e comentam:“nossa, como é inteligente esta criança!”
São crianças que aprendem a ler mais cedo, argumentam muito bem suas ideias, aprendem com facilidade, capacidade acentuada de memorização. Às vezes são inquietas, algumas demonstram interesse pela escola, outras querem passar longe, deixando seus pais preocupados e em estado de alerta. As mães procuram médicos e psicólogos porque muitas vezes seus filhos foram confundidos como hiperativos, com déficit de atenção, autismo ou mesmo com deficiência intelectual. E depois de uma investigação, vem o resultado: é superdotado!!!. Não raro, após o apontamento dos especialistas é comum que as mães munidas de coragem, digam: “eu sempre soube que meu filho (a) não era deficiente”.
A angústia das mães ao ouvirem comentários do tipo: “se é superdotado não tem com o que se preocupar, ele vai aprender sozinho”, ou ainda “como está indo mal na escola? Não é superdotado?!”. Enfim, são muitas ideias errôneas que estão no imaginário popular que coloca o superdotado como alguém perfeito, que sabe tudo, um gênio.
O deveria ser uma qualidade e manifestação de altas habilidades, passa a ser uma preocupação quando não encontra apoio tanto dentro da própria família quanto fora dela e, em decorrência, no ambiente escolar. Um ambiente enriquecedor e encorajador, explorando as potencialidades e trabalhando as dificuldades, permitirá que a criança seja compreendida, orientada e viva com dignidade sua identidade de pessoa superdotada.
Por isso, a criança com Altas Habilidades/Superdotação também necessita de atendimento educacional especializado, porque é especial também.
E agora, o que fazer? Onde buscar orientação? Com quem conversar a respeito?
Pode-se procurar contatos com a área das Altas Habilidades/Superdotação com especialistas do Departamento de Educação Especial que trabalham nas Secretarias Municipais e Estadual de Educação.
Há organizações como o Conselho Brasileiro para Superdotação (Conbrasd) que promove e divulga ações que atendem as necessidades de caráter social e educacional das pessoas com Altas Habilidades/Superdotação no Brasil (http://www.conbrasd.com.br/) , tem também o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades (NAAH/S) que foi implantado na maioria dos Estados e no DF, por iniciativa do MEC/SEESP, para o atendimento dos alunos com Altas Habilidades/Superdotação e disseminação sobre o tema; as informações estão no site do MEC/SEESP: (www.mec.gov.br/seesp)"
São crianças que aprendem a ler mais cedo, argumentam muito bem suas ideias, aprendem com facilidade, capacidade acentuada de memorização. Às vezes são inquietas, algumas demonstram interesse pela escola, outras querem passar longe, deixando seus pais preocupados e em estado de alerta. As mães procuram médicos e psicólogos porque muitas vezes seus filhos foram confundidos como hiperativos, com déficit de atenção, autismo ou mesmo com deficiência intelectual. E depois de uma investigação, vem o resultado: é superdotado!!!. Não raro, após o apontamento dos especialistas é comum que as mães munidas de coragem, digam: “eu sempre soube que meu filho (a) não era deficiente”.
A angústia das mães ao ouvirem comentários do tipo: “se é superdotado não tem com o que se preocupar, ele vai aprender sozinho”, ou ainda “como está indo mal na escola? Não é superdotado?!”. Enfim, são muitas ideias errôneas que estão no imaginário popular que coloca o superdotado como alguém perfeito, que sabe tudo, um gênio.
O deveria ser uma qualidade e manifestação de altas habilidades, passa a ser uma preocupação quando não encontra apoio tanto dentro da própria família quanto fora dela e, em decorrência, no ambiente escolar. Um ambiente enriquecedor e encorajador, explorando as potencialidades e trabalhando as dificuldades, permitirá que a criança seja compreendida, orientada e viva com dignidade sua identidade de pessoa superdotada.
Por isso, a criança com Altas Habilidades/Superdotação também necessita de atendimento educacional especializado, porque é especial também.
E agora, o que fazer? Onde buscar orientação? Com quem conversar a respeito?
Pode-se procurar contatos com a área das Altas Habilidades/Superdotação com especialistas do Departamento de Educação Especial que trabalham nas Secretarias Municipais e Estadual de Educação.
Há organizações como o Conselho Brasileiro para Superdotação (Conbrasd) que promove e divulga ações que atendem as necessidades de caráter social e educacional das pessoas com Altas Habilidades/Superdotação no Brasil (http://www.conbrasd.com.br/) , tem também o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades (NAAH/S) que foi implantado na maioria dos Estados e no DF, por iniciativa do MEC/SEESP, para o atendimento dos alunos com Altas Habilidades/Superdotação e disseminação sobre o tema; as informações estão no site do MEC/SEESP: (www.mec.gov.br/seesp)"
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Encontro de superdotados em São Paulo
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Mais uma matéria sobre a superdotação
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